Estranho este Dezembro!
Um sol quentinho, um ar cortante, quereria que eu não fosse assim.
Vontade de flanar por aí sem destino nem rota.
Para quê um GPS se o futuro é logo ali no daqui a bocado.
O agora já passou...
Para ser, basta sobreviver ao segundo imediato.
Não há sonho, nem devir...
Aqui é ínfimo e intemporal.
Continuo desfilar de dias sem objectivo.
O fim em si é o o desejo. Quando? Não sei, não quero saber...
Tenho que estar e ser assim?
Hoje está a acabar, que bom!
É a grande esperança.
domingo, 16 de dezembro de 2007
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