domingo, 16 de dezembro de 2007

Domingo soalheiro!

Estranho este Dezembro!
Um sol quentinho, um ar cortante, quereria que eu não fosse assim.
Vontade de flanar por aí sem destino nem rota.
Para quê um GPS se o futuro é logo ali no daqui a bocado.
O agora já passou...
Para ser, basta sobreviver ao segundo imediato.
Não há sonho, nem devir...
Aqui é ínfimo e intemporal.
Continuo desfilar de dias sem objectivo.
O fim em si é o o desejo. Quando? Não sei, não quero saber...
Tenho que estar e ser assim?
Hoje está a acabar, que bom!
É a grande esperança.